de volta
February 21st, 2010 by Kikaum ano sem escrever aqui… pois que me desculpem os visitantes.
Prometo voltar a dar notícias. Em breve, muito em breve…
um ano sem escrever aqui… pois que me desculpem os visitantes.
Prometo voltar a dar notícias. Em breve, muito em breve…
Here’s our little princess in her little red riding hood outfit. I still not believe I sewed it myself
Aqui está a nossa princesa com o seu fatinho de capuchinho vermelho. Ainda nem acredito que fui eu que o fiz ![]()
Entre a falta de tempo e avaria no servidor, eis que surgem os “posts” em atraso.
Dia 1 de Fevereiro a Rita começou o infantário, dia 22 do mesmo mês completou o 1º aniversário. Entre estes dois eventos, houve a festinha de carnaval.
A mamã continua em contagem decrescente para voltar ao trabalho.
Estão -9º lá fora.
Hoje consegui tirar o gelo do congelador. A comida que estava congelada ficou em sacos na varanda (sem descongelar!!!). Era uma das tarefas que transitou de 2008. Missão cumprida.
Falta a feijoada (há quantos séculos está prometida???)
Here’s the message I got today in a fortune cokie:
“You only have one chance to make a first impression.”
Are there really such things as coincidences?
A Rita gosta de comer. Dizem que quem sai aos seus…
Comecei a achar que a pequena andava fartinha de sopa. Resolvi fazer uma açordinha e o resultado foi excelente. O papá da Rita já disse que para a próxima faz-se para a família toda!
Aqui vai a receita, com foto e tudo(em especial para as mamãs que passam a vida a perguntar-se o que cozinhar para os petizes):
Ralei uma cenoura pequena e um pouco de courgete para um tachinho. Juntei um alho picadinho e um fio de azeite. Cobri com água e deixei ferver. Entretanto juntei um pouco de solha (aqui encontrar peixe fresco é difícil, pelo que compro congelado em lombinhos), cerca de 30 gr de peixe são suficientes para uma refeição de um bebé. Deixar cozinhar e juntar o pão (cerca de meia carcaça - eu faço a olho). Se necessário acrescenta-se água. Tempera-se com coentros e / ou salsa picada (ponho o que tenho, não muito, apenas o suficiente para ela se ir habituado aos sabores). No fim passo tudo com a varinha mágica, pois aqui a princesa ainda não gosta muito de encontrar pedaços na sua paparoca.
Vá digam lá que já não tinham saudades de um “post” sobre bebés? eheheheheheh
Andava pela internet a “passear”, a inspirar-me para os presentes de Natal, quando dei com esta iniciativa. Passando a publicidade, achei uma excelente ideia.
Pena é que já não vou chegar a tempo para participar (não existe esta loja nem representantes na Alemanha). Mas vou participar nesta. Nobre, muito nobre. Cada vez me surpreendo mais pela positiva com estas iniciativas. São tão simples, que é impossível não participar. PARABÉNS!
Pois é, passados 8 meses e meio a nossa Rita (sim, ela pópria) começou a perceber que se acabou o seu leitinho preferido. Depois de passar um bom bocado a mamar, ficava sempre cheia de fome, comendo uma papa de seguida. Já havíamos tentado várias marcas de leite, diferentes biberões, tetinas, enfim a parafernália do costume para a operação desmame.
Desde o passado fim de semana que tentámos outra técnica: leite frio. No biberão nem o queria ver, por isso com muita paciência lá foi de canequinha que ela bebeu uns golitos. Mas ontem como que por milagre, bebeu do biberão. Frio, gelado do frigorífico. Hoje outra vez. Parece que percebeu, mas hoje foi só o primeiro dia.
Sinto, contudo, um misto de alegria e tristeza. Alegria, porque a partir momento vou ter parte da minha vida de volta. Vou poder beber um copinho de vinho tinto ao jantar (ai, que saudades), sair sem a preocupação de vir a correr dar de mamar. Coisas simples. Tristeza, porque sei que aos poucos ela se vai desprendendo de mim e vai-se tornando na Rita, bebé-menina que está cada vez mais menina e menos bebé.
Hoje literalmente acabou-se a mama.
Era Sexta-feira, dia 17 de Outubro e a estadia no solarengo Portugal estava-se a acabar. Lá decidi ir ao banco saber o resultado da revisão de spread pedida a 2 de Janeiro deste ano. Coloquei a Rita no carrinho de bebé e decidi-me por um passeio a pé. Nada mal a primeira parte do caminho. Até havia passeios livres que permitissem circular com o carrinho pelo passeio.
Chegadas ao banco, lá fomos atendidas e para baixar o spread de 1,75% para 1% pediam-me que fizesse um seguro de vida e um cartão de crédito… A minha resposta foi que 1% não era competitivo e que ia tirar de lá o crédito. Enfim, fizeram contas e mais contas, saí de lá uma hora depois com um spread de 0,75% sem fazer cartão de crédito. Viva a margem comercial (que só se utiliza em casos extremos; ou seja, quando o cliente diz que vai tirar de lá o crédito).
O passeio continuou. Decidimos ir visitar a bisavó Lúcia, que iria ficar contente de ver a Rita. Na Praça do Brasil, já havia carros estacionas por todo o lado. Foi assim meio a corta mato, entre a estrada e passeios (que nem rampas para ajudar carrinhos de bebé ou cadeias de rodas têm) que prosseguimos caminho. Não sei quem projecta estas rampas, pois em muitos dos semáforos com passagem para peões, existe rampa de um dos lados da estrada, junto ao passeio, e não existe do outro. Claro que os passeios são bem altos para evitar estacionamentos abusivos (?), mas não me deixei ir abaixo.
Depois da visita, o regresso foi digno de nota. Na Rua Gama Braga, carros estacionados dos dois lados do passeio. A ajudar, os postes de iluminação estrategicamente colocados no meio do passeio. Lá íamos nós no meio da estrada, perto do autocarros, motas e afins. Mais perto da Av. Alexandre Herculano lá consegui uns pedaços de passeio vazios. Entretanto perdi a vontade do passeio pelo parque do Bonfim. CHEGA!
O mais estranho da história é que apenas uma mamã passou por mim acompanhada do seu bebé no carrinho. Andei cerca de 3 km no total e apenas vi mais um carrinho de bebé. Será que estavam todos no super centro comercial, com estacionamentos próprios, elevadores e todas as comodidades da vida moderna? E os passeios ao ar livre? É triste dizer que com aquele sol estou maravilhoso estava com saudades da Alemanha.